27/06/08 - 16h30
Redação GRBOL
Fonte: G1
Bom Dia Brasil divulga chegada dos cetáceos
O jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo, desta sexta-feira, apresentou uma pequena reportagem sobre a chegada as baleias francas no litoral catarinense na temporada. Um filme antigo raro, incluído no trabalho, mostra o arrasto de uma baleia já morta para a praia na primeira metade do século passado.
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Fotos:Reprodução da TV |
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Pescadores manejam baleia morta para fabricação de óleo |
A íntegra da reportagem está no vídeo e no texto abaixo:
“As visitantes mais esperadas do inverno começam a chegar ao litoral sul do Brasil. São as baleias francas, que deixam para trás as águas geladas do Pólo Sul e migram para Santa Catarina .
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Fotos:Reprodução da TV |
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A captura de uma franca era atração certa no litoral na primeira metade do Século XX |
“Uma réplica de tamanho natural de um filhote de baleia franca mostra que essa baleia já nasce com cinco metros de comprimento e quatro toneladas de peso. Quando vem ao mundo, ela já tem na cabeça um tipo de calosidade, que vai acompanhá-la pelo resto da vida. E é esta característica única que tem ajudado os pesquisadores.
“Em sobrevôos, eles fotografam as baleias. A calosidade na cabeça é como uma impressão digital. Cada animal pode ser identificado. Hoje, os cientistas podem até dizer a população brasileira de francas. São cerca de 500 baleias.
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Fotos:Reprodução da TV |
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A franca faz juz ao nome e se aproxima do barco com turistas |
“A presença delas já virou atração turística. O espetáculo é de graça e pode ser visto de perto, já que nenhuma baleia se aproxima tanto da costa como a franca. “É muito emocionante”, comentou Audrey Corrêa, bióloga do projeto Baleia Franca.
“Santuário de baleias - No passado, este comportamento fez da espécie uma grande vítima dos arpões. Quatro séculos de caça sem trégua reduziram a população de cem mil para oito mil baleias.
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Fotos:Reprodução da TV |
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O repórtes da Globo e a réplica de um baleote |
“Hoje, a caça é proibida, e o Brasil tenta criar o santuário de baleias do Atlântico Sul, em uma imensa área de mar entre a América do Sul e a África, que protegeria o ciclo de vida da franca e também das outras baleias, como a Jubarte, o cachalote e a baleia azul.
“Em nossas águas, pelo menos, as baleias franca encontraram um lugar seguro. “A boa notícia é que a população brasileira tem crescido a uma taxa de 14% ao ano, que é um crescimento lento, mas seguro, o que nos aponta um futuro para a conservação da espécie”, disse Audrey Corrêa.”
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