| Que gosto de desafios, todos que me conhecem pessoalmente, ou estão acompanhando as crônicas que estou escrevendo desde junho do ano passado, já sabem. Ou ficam sabendo desde ponto em diante.
Conversando com uma pessoa no sábado ultimo, durante um almoço, trocamos idéias sobre nossos perfis pessoais. Numa destas, quando vi eu havia dito “diga uma palavra qualquer que faço uma palestra a respeito”. Pra minha surpresa e satisfação a minha interlocutora respondeu no ato “também eu, diga uma palavra que te mando uma texto por escrito”. Respondi de bate pronto “Branco”.
Hoje, terça-feira, abro meus emails e lá está o texto. Como é bom ver que mais gente gosta de mexer com aquilo que nunca para de crescer. Nossos neurônios. Como o mundo seria melhor se, bom senso assumido, todos enfrentassem “problemas” como algo para o qual precisamos, criativamente, achar soluções.
Elis Busanello, inteligente como começaste o texto que enviaste: Eu quis escrever este texto ontem à noite, mas... “deu branco”. Na primeira linha escreveste o “problema” e as primeiras palavras do teu texto já lá estavam. Depois foi só dar asas a imaginação. Coisa que fizestes de maneira sensacional, pois o restante já estava em tua memória. Descrevestes com tuas palavras, um fato concreto. Isto é criatividade de que te falava e é disto que pretendo falar em palestras. Mostrar à pessoas que acreditam não possuir capacidades criativas que “criatividade” mora naturalmente dentro de nós.
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Basta que permitamos espaço para a nossa criança interior. Ela sabe construir “com a areia da praia, castelos”. E faz isto com uma concentração e segurança própria de quem desconhece “medos”. Obrigado pelo texto que mandaste. Vou postá-lo agora no meu Blog.
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Obrigado pela oportunidade que me deste de produzir esta crônica, Obrigado por mostrares que preconceitos pré existem em nós, contra nós mesmos. Nós somos nossos próprios carcereiros. A chave que nos liberta está em nossas mãos. Quem quer acha meios, quem não quer acha desculpas. Otimismo não faz mal a ninguém. Ação, sabendo o que se quer, faz com que tenhamos sempre ventos favoráveis para levar o nosso “barco”. Partir, agir, dar a largada é fundamental. Começar a solução escrevendo o “problema” é uma das maneiras de sair do porto. Confiar em si próprio. Saber, sentir que nós temos a chave da “gaiola” que nos prende. Abrir a porta, as asas e voar. Obrigado Elis pelos textos que acabamos produzindo. Obrigado pela companhia de todos. Semana que vem tem mais.
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