Pegue um pedaço de papel é relaciona numa lista o que você gosta e noutra o que não gosta.
Deixe-o sempre a mão e sempre que se lembra de algo coloque numa das duas listas. Em pouco tempo você terá o seu próprio perfil. Simples.
Releia de tempos em tempos e enquanto isto vá deixando sua mente lhe dizer o que é o suficiente para você de cada uma das coisas da lista positiva. É seu, é pessoal por isto você é que deve chegar sozinho as suas próprias conclusões.
Converse, leia, pense. Vá anotando, sem se preocupar o que é mais ou menos importante nesta etapa.
Simples listas. Fácil, prazerosa de escrever e lembrar.
Natural e espontaneamente o quanto é o suficiente se mostrará para você. Você verá “o suficiente” escrito por você mesmo na lista das coisas que gosta.
Simples não? Super simples.
Por isto é que muitos acreditam não saber que o suficiente é simplesmente saber parar.
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Invejam os que têm tempo para ler, viajar, brincar com os filhos antes que fiquem adultos, abraçar e ser abraçados. Acreditam que ainda não tem o suficiente para ter tempo para estas coisas.
Um dia, geralmente já idosos, descobrem que a “ tesão” passou, que os filhos estão seguindo seus próprios caminhos, que seu próprio corpo não agüenta mais emoções mais fortes. Descobrem que foram sempre aumentando as expectativas e que já tinham o suficiente há muito tempo. Estava lá escrito. Você é que não se permitiu ver, enxergar.
Não espere a última gota que faz derramar o copo. Aprecie a vida em doses enquanto vai enchendo e naturalmente saberá quando já tem o SUFICIENTE.
Depois é só fazer a vida rolar, continuar, sem pressão, naturalmente.
Palavra de quem já conseguiu.
ricardo@blauth.com.br
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