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Nossa comunidade vive num momento ímpar, no qual seus quilombolas de todas as idades participam de um processo de reconstrução cultural, desenvolvimento social e artístico.
Há três finais de semana consecutivos está sendo realizado na comunidade o curso de formação política que seguirá até a entrega das chaves do engenho de cana-de-açúcar.
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Escultura em argila entusiasmou a garotada |
Tal curso segue por cerca de um ano, com o objetivo na formação da auto-identificação quilombola através de desde palestras acerca da ancestralidade local, até a capacitação no manuseio de equipamentos do engenho
.Neste sábado (24), deu-se início à execução do projeto “Arte Resgatando o Quilombo”, iniciativa que continua durante dois meses oferecendo oficinas de arte em argila e oficinas de música.
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Quilombolas reconstroem identidade em projeto |
O primeiro dia do projeto foi marcado pelo entusiasmo das crianças proporcionado pela oficina de arte em argila realizada pelo escultor Osnaldo de Oliveira, juntamente com a gestora cultural Eveline Klein, como voluntária.
Segundo Osnaldo, “as crianças surpreenderam pela quantidade e qualidade das peças, além da criatividade por elas apresentadas logo no primeiro dia de curso”.
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Adesão total |
Vale lembrar que o recurso para a execução do projeto “Arte Resgatando o Quilombo”, assim como parte do Projeto Puxirão (engenho de cana-de-açúcar), está sendo gerenciado pela Associação Quilombola do Morro do Fortunato, prova de que, com dedicação e organização, podemos reconstruir a cultura e história de uma comunidade. |