“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e... Pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas que espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra em lugares que deveriam priorizar o “atendimento ao cliente” mas que infelizmente parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma reposição da peça que chegou danificada e que não reclama mas espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, baixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que eu sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe que eu sou???
Eu sou a pessoa conhecida como o cliente, mas que nunca mais volta!!!
Divirto-me vendo milhões e milhões sendo gastos todos os anos com anúncios de todos os tipos para levar-me de volta às empresas com os perfis citados acima neste texto. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata e suficiente para me tornar fiel como cliente, enquanto eu viver. E sabe de uma coisa, longe de tudo e de todos, lá em minha casa, dou muita risada, pois sei que há uma verdade absoluta:
“Clientes demitem todos em uma empresa, do alto executivo ao mais simples colaborador e sabe de que modo? Simplesmente gastando o seu dinheiro em outro lugar”.
Discurso de Sam Walton – O Papa do Varejo Mundial
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