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Olá amigo leitor, como vai a sua vida? Espero que bem.
Porém as primaveras da vida me autorizam a dizer que em alguma área há sempre algo a ser melhorado ou resolvido, concorda ou discorda desta afirmação?
Então vamos ao ponto central de nosso encontro semanal. Comunicação Verbal. Em outras palavras, refiro-me ao uso das palavras e me perdoe pela redundância.
Nós, seres humanos nos entendemos por gestos, olhares, expressões corporais, e por ai vai. Mas nada pode ser mais direto do que a comunicação com as palavras.
E como há problemas nesta área entre as pessoas. Palavras podem trazer para cima as pessoas que estão no “fundo do poço”. O contrário é mil vezes verdadeiro.
Palavras ditas em tom errado produzem rancores, prejuízos nas empresas, separações entre casais, tragédias, inimizades e até guerras entre nações. Aliás, você pode até discordar do que vou aqui dizer, mas o mundo está cheio de amarguras e azedumes.
As pessoas, de um modo quase geral, estão preocupadas em realizações pessoais, onde “o ter” tornou-se muito mais importante do que “o ser”.
E em muitas das vezes, os meios a serem empregados nas relações interpessoais serão as palavras grosseiramente utilizadas para que os fins justifiquem estes meios.
Em minha área de atuação profissional, quando um colaborador pede demissão, faço entrevistas de desligamento e normalmente os motivos estão ligados a fatores de comunicação, ou para ser mais incisivo, grosserias nas palavras de líderes, chefes, gerências.
E em outras situações, o próprio colaborador que está demissionário, não se ajusta ao chamado espírito de equipe, onde o eu deveria ser sempre o último a ser lembrado e o nós sempre o primeiro.
Costumo plagiar um provérbio oriental que nos ensina sabiamente que há três coisas que uma vez lançadas não retornarão nunca mais: As oportunidades, as flechas e as palavras. E quando o caos se instala nas relações de trabalho, um lado não cede. O outro também não.
Todos querem ter as suas razões. E isto gera inúmeras situações de demissões,tristezas,angustias,prejuízos emocionais, espirituais e financeiros. E eu pergunto: Nos casamentos é diferente? É diferente nas ralações familiares ou nas amizades?
Palavras azedas e amargas. Palavras doces e amistosas. Quais as tuas escolhas? Quer um conselho? Adoce as suas palavras. Seja pacificador. Releve. Torne a sua volta um campo de atração e não de repulsão.
Aliás, o escritor do Pentateuco do Torá hebreu diz que as palavras são invariavelmente para nos trazer as bênçãos ou as maldições.
E então caro leitor, o que vais escolher?
Vamos lá, adoce as palavras. Você ganhará. As pessoas também. Todos ganharão. Pense sobre isto e boas palavras no dia de hoje, de amanhã, da semana, do mês, do ano, da vida.
Até o nosso próximo encontro.
Professor Fábio Brito
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