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Olá Amigo Leitor. O caos é uma realidade presente em vários momentos da vida. Olhe os noticiários. Veja as estatísticas. Observe as cidades. E chego a acreditar que há algumas modalidades de caos.
Há caos no trânsito nas cidades e estradas do país; Há caos nas enchentes; Há caos nas guerras; Há caos na fome do mundo que tanto mata crianças, jovens, adultos e idosos; Há caos na saúde em muitos lugares do Planeta Terra; Há caos na violência; Há caos em tantas áreas que poderia ficar escrevendo e relembrando tantas e tantas realidades caóticas que nem sei como parar estas lembranças que nos assolam diariamente, não é mesmo?
Mas há outros tipos de “caos” que preciso citá-los. Se, me esquecer de alguns, prometa-me lembrá-los e repensá-los, combinado? Vamos a eles:
- Há caos na palavra empenhada e descumprida;
- Há caos nas relações profissionais em muitas empresas;
- Há caos nas relações interpessoais e familiares;
- Há caos no amor. Já explico: Não é o amor que tem o caos. É o caos que apaga o chamado “amor” e claro não me refiro ao amor verdadeiro. Refiro-me sim ao “amor” de conveniências. Portanto, é claro, não é o amor autentico. É o “amor” por interesses. E assim os casamentos vão ruindo. Os filhos sofrendo. As relações deteriorando-se. Exagero no que escrevo? É o caos amigo leitor...
- Há caos para os viciados em drogas ou qualquer dependência viciosa que o valha;
- Há caos...Há caos...Há caos...
Mas se há caos quase que de modo generalizado, como agir contra o caos? Devo agir antes de uma situação caótica se instalar? Ou agir depois?
Se ocorrer um crime familiar, um pai que tire a vida de seu filho ou vise-versa, certamente seria um grande caos familiar, certo? Porém para que isto ocorra certamente temos que acelerar os ponteiros do tempo para trás.
Temos que voltar ao passado. Haveria numa situação caótica como um assassinato de um pai ou um filho alguma atitude que evitasse uma tragédia tão intensa? Claro que seria irresponsabilidade falar sobre algo que não tivesse um aprofundamento de análises e discussões de especialistas no assunto.
Mas eu e você podemos imaginar que o caos se instala quando falta diálogo, respeito, disciplina, limites, regras, amor, concorda comigo? Portanto se estes ingredientes forem adicionados às relações familiares, o caos terá pouca chance de se instalar. A ação foi preventiva. Um antídoto contra o que poderia levar a uma tragédia que não teria fim.
E nas empresas? O caos se instala quando funcionários-colaboradores perdem respeito às regras, aos padrões de qualidade mínima ao trabalho. Algumas pessoas vão para seus trabalhos não para serem felizes pelo que produzem, mas sim porque querem ter ao invés de ser.
Reforço esta afirmação. O caos se instala sem prévio aviso quando as pessoas se esquecem que o “ter” só é valoroso quando o “ser” vem primeiro. Você que lê esta crônica lembre-se: No trabalho é necessário você ser antes de ter.
Porque então há tantas demissões desnecessárias? Esta resposta é simples: Muitos profissionais acabam se esquecendo desta regrinha muito simples do ter e do ser. Ser o quê? Ser por exemplo pontual, assíduo, respeitoso, produtivo, visionário, participativo e que tenha um grande espírito de trabalhar em equipe. Então antes do caos da demissão chegar, as pessoas deveriam repensar suas atitudes no trabalho. E este é sim um bom conselho. Pratique-o e o caos da demissão não se instalará.
Para quem tem e utiliza a fé como é o meu caso, antes de qualquer situação mais difícil da vida que requeira a intervenção do sobrenatural de Deus, procuro sempre chamar para a existência os sonhos, projetos e metas. Veja bem prezado leitor, não escrevo sobre religião. Escrevo sobre crer. Quando você crê, você enxerga o invisível e o caos foge para bem longe. Experimente, dá certo de verdade.
O caos existe, mas que ele seja atacado proativamente. Aja sempre antes dele, o caos, chegar. Creia sempre além do mínimo. Trabalhe sempre mais do que te peçam. Filhos, conversem mais com seus pais, Pais, dialoguem muito mais com seus filhos.
Até a próxima vez e afaste o caos de sua vida.
Abraços
Fábio Brito
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