O gato-selvagem-de-martelli, extinto há cerca de 1 milhão de anos, habitou toda a Europa e algumas regiões do Oriente Médio, espalhando-se pela Ásia e pela àfrica dando origem a outros três tipos de gato selvagem:
=> gato-selvagem-da-floresta (Felis silvestri)
=> gato-selvagem-africano (Felis silvestri libyca)
=> gato-selvagem-asático (Felis silvestri ornata)
Acredita-se que o gato-selvagem-africano e, provavelmente, o gato-selvagem-asiático sejam a base da ascendência do gato doméstico, no qual parece ter tido a sua origem no Oriente Médio há pelo menos 5 mil anos.
No Antigo Egito, os gatos não apenas guardavam os estoques de grãos contra pragas; eles eram considerados uma divindade, a ponto de serem mumificados após a morte e levados ao templo de Bast, o deus-gato.
Graças a prática da mumificação, os cientistas puderam identificar as primeiras espécies de gato doméstico, como a Felis libyca.
Do Egito, os gatos foram levados à Itália por mercadores fenícios, e de lá se espalharam pela Europa.
Somente em meados do século X haviam chegado à Inglaterra, sendo posteriormente levados à América pelos primeiros colonizadores.
Ao contrário do cão doméstico, que tem sido criado seletivamente há séculos, os gatos tiveram sua criação seletiva, bem como a idéia de pedigree e registros somente após a metade do século XIX.
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